Comida que venceu no fundo da câmara. Item que acabou com a casa cheia. Mercadoria que some sem ninguém ver. Compra em dobro do que já estava na prateleira. Cada uma dessas coisas tem preço, e ninguém te manda a fatura.
Conta feita sobre a faixa de 4% a 10% de perda que o setor de alimentação costuma registrar em operações sem controle de estoque. É estimativa, não promessa: no seu restaurante pode ser menos, e costuma ser mais.
Nenhum deles aparece no extrato com nome. Eles aparecem como lucro menor no fim do mês, e você fica sem saber por quê.
Foi pro fundo da câmara e ninguém viu. Você só descobre na hora de usar, e aí já é lixo. Ninguém joga fora de propósito: joga fora porque esqueceu.
Casa cheia, prato saindo, e o item zera. Você tira do cardápio na hora do movimento. O prato que deixou de vender hoje não volta na segunda.
Sem registro de quem retirou o quê, a despensa vira terra de ninguém. Não é sobre desconfiar da equipe: é sobre ter o número certo na hora de comprar.
Ninguém sabia o que havia na prateleira, então pediu de novo. Dinheiro parado em cima do dinheiro parado, e mais coisa entrando na fila pra vencer.
Abre no celular que sua equipe já tem, sem instalar nada e sem comprar equipamento. Lançar uma retirada são dois toques. Você enxerga tudo em tempo real, inclusive de casa.
Cada compra fica registrada com data, valor e fornecedor, e a variação aparece linha a linha. Quando o fornecedor sobe o preço devagar, você enxerga o movimento inteiro em vez do último valor. Desconto se pede com histórico, não com jeitinho.
O que está perto do vencimento, o que está abaixo do mínimo e o que saiu mais que o normal hoje ficam no alto da primeira tela. Não é um relatório que você precisa lembrar de abrir: é o que aparece quando você entra.
Quem pegou, quanto e pra qual setor, com hora. O estoque volta a bater com a prateleira, e a compra da semana sai pelo número certo. São dois toques: escolhe o item, põe a quantidade.
Churrasqueira, cozinha, bar e salão viram linhas com valor. Do outro lado, o total por fornecedor e por categoria. Decisão com número, e o contador recebe tudo organizado.
Cancelar um lançamento não faz ele sumir: cria um registro com quem cancelou e o motivo, dentro de um prazo. É o que separa um controle de estoque de um caderno com borracha.
O lançamento feito na câmara aparece na tela do escritório na hora. Sem exportar, sem sincronizar, sem "me manda a planilha depois".
Cada um entra com o próprio login, e você decide quem é administrador. É isso que transforma "sumiu" em "Márcio retirou 4,9 kg para a churrasqueira".
Estoque, recebimentos, controle interno e cancelamentos, com o valor do estoque atualizado. Seu contador continua recebendo a planilha de sempre.
É um link: entrou, usou. Sem programa pra instalar e sem coletor pra comprar. A equipe inteira lança do próprio celular, na hora em que a mercadoria sai — que é a única hora em que o registro sai certo.
Ninguém vai te entregar um sistema vazio pra você preencher no domingo. Seus itens, seus setores, seus fornecedores e seus limites são cadastrados por nós, com a sua operação na frente.
Você me conta como funciona sua operação e eu te mostro o sistema rodando com o tipo de item que você usa. Sem apresentação de slide.
Cadastro de itens, setores, fornecedores, mínimos e limites feito por nós. Depois eu treino a equipe. Em um dia todo mundo está lançando.
Seu link, seus usuários, seu banco de dados separado. Nada de dividir sistema com outro restaurante. No ar em até 5 dias úteis.
Não. O sistema abre pela internet, no celular ou no computador que você já tem. É um link: entrou, usou. Não tem programa pra instalar, não tem coletor pra comprar.
Quem manda mensagem no WhatsApp usa o sistema. Lançar uma retirada são dois toques: escolhe o item, põe a quantidade. E eu treino a equipe junto com você no começo, não te entrego um manual.
Depende do tamanho da operação, e eu te passo o valor exato na conversa de quinze minutos. O que dá pra adiantar: o que um restaurante joga fora por mês em comida vencida costuma passar do valor do sistema. Use a calculadora aqui de cima com o seu número e você já vai ter uma ideia.
Não. Você cancela quando quiser, sem multa e sem burocracia. E os dados são seus: se um dia sair, eu te entrego tudo exportado em planilha.
Cada restaurante recebe um sistema próprio, com banco de dados separado na nuvem do Google. Seus números não se misturam com os de ninguém. Cada pessoa entra com login e senha, e você decide quem é administrador.
Melhor ainda: a gente aproveita o que você já tem. A planilha morre no momento em que alguém esquece de preencher, e é sempre uma pessoa só que preenche. Aqui a equipe inteira lança do celular, na hora que a mercadoria sai.
Some o que venceu, o que faltou, o que sumiu e o que você comprou em dobro nos últimos trinta dias. Esse é o preço de adiar. A alternativa custa uma mensagem e quinze minutos.